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Usinazul - Energia Sustentável e Serviços Ambientais

Energia Sustentável

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Consultoria, prospecção, projeto, comercialização, logística, integração, implementação, gerência de projetos, manutenção, operação de sistemas de energia sustentável (hidráulica, solar, eólica, biomassa e eficiência energética), além de atuar na captação de recursos para empreendimentos energéticos e atividades de baixo carbono.

 

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Geração Independente de Energia

É a transformação da energia gerada por fontes renováveis, por fenômenos dela decorrentes ou conseqüências de sua ação, em energia elétrica para conforto ou uso na produção. 
A geração independente de energia elétrica pode ser feita através de sistemas de geração que usam diferentes tecnologias. Sistemas Fotovoltaicos, Sistemas Eólicos, Sistemas Térmicos com energia da Biomassa e Sistemas Hidrelétricos.


 

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Aquecimento Solar

É a captação e transferência da energia térmica gerada pelo Sol para a água que circula pelo interior do Sistema de Aquecimento Solar para posterior uso em banho, cozinha, piscina, lavanderia, vestiários, tingimento industrial etc.
 USINAZUL desenvolve e implanta projetos buscando sempre o menor investimento e o menor custo operacional para o cliente.
 USINAZUL tem instalados centenas de sistemas para aquecimento solar de água em residenciais individuais, condomínios horizontais e edifícios residenciais, comerciais e industriais.

O aproveitamento térmico da radiação solar para aquecimento de fluidos é feito com o uso de coletores ou concentradores solares. Os coletores solares são mais usados em aplicações residenciais e comerciais (hotéis, restaurantes, clubes, hospitais etc.) para o aquecimento de água (higiene pessoal e lavagem de utensílios e ambientes). Os concentradores solares destinam-se a aplicações que requerem temperaturas mais elevadas, como a secagem de grãos e a produção de vapor. Neste último caso, pode-se gerar energia mecânica com o auxílio de uma turbina a vapor, e, posteriormente, eletricidade, por meio de um gerador. (ANEEL, 2010).

 

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Biomassa

É todo o recurso renovável oriundo de matéria orgânica (de origem animal ou vegetal) que pode ser utilizada na produção de energia. Assim como a energia hidráulica e outras fontes renováveis, a biomassa é uma forma indireta de energia solar. A energia solar é convertida em energia química, através da fotossíntese, base dos processos biológicos de todos os seres vivos, podendo ser aproveitada diretamente, por intermédio da combustão em fornos, caldeiras etc. (ANEEL, 2010).

A biomassa pode ser uma boa opção energética, pois é renovável e gera baixas quantidades de poluentes. Numa usina de álcool, por exemplo, os resíduos de cana-de-açúcar (bagaço) podem ser utilizados para produzir energia.

Sendo assim, visando a eficientização do processo e a redução dos impactos socioambientais, tem-se desenvolvido e aperfeiçoado tecnologias de conversão mais eficientes, como a gaseificação e a pirólise, também sendo comum a co-geração em sistemas que utilizam a biomassa como fonte energética. (ANEEL, 2010).

A geração de energia através da biomassa pode contribuir para a diminuição do efeito estufa e do aquecimento global.

 

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Eólica

Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). Seu aproveitamento ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadas aerogeradores, para a geração de eletricidade, ou cataventos (e moinhos), para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água. Assim como a energia hidráulica, a energia eólica é utilizada há milhares de anos com as mesmas finalidades, a saber: bombeamento de água, moagem de grãos e outras aplicações que envolvem energia mecânica.

Para a geração de eletricidade, as primeiras tentativas surgiram no final do século XIX, mas somente um século depois, com a crise internacional do petróleo (década de 1970), é que houve interesse e investimentos suficientes para viabilizar o desenvolvimento e aplicação de equipamentos em escala comercial. A primeira turbina eólica comercial ligada à rede elétrica pública foi instalada em 1976, na Dinamarca. Em 1991, a Associação Européia de Energia Eólica estabeleceu como metas a instalação de 4.000 MW de energia eólica na Europa até o ano 2000 e 11.500 MW até o ano 2005. Essas e outras metas foram cumpridas muito antes do esperado (4.000 MW em 1996, 11.500 MW em 2001). Estima-se que em 2020 o mundo terá 12% da energia gerada pelo vento, com uma capacidade instalada de mais de 1.200GW (WINDPOWER; EWEA; GREENPEACE, 2003; WIND FORCE, 2003).

Recentes desenvolvimentos tecnológicos (sistemas avançados de transmissão, melhor aerodinâmica, estratégias de controle e operação das turbinas etc.) têm reduzido custos e melhorado o desempenho e a confiabilidade dos equipamentos. O custo dos equipamentos, que era um dos principais entraves ao aproveitamento comercial da energia eólica, reduziu-se significativamente nas últimas duas décadas. (EWEA; GREENPEACE, 2003).

 

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Hidráulica - (PCH's)

Pequenas Centrais Hidrelétricas, no Brasil, são aquelas cuja potência instalada não ultrapassa 30 MW, e o seu lago tem uma área máxima de 3 km2 ( 300 ha) para uma cheia centenária. As PCHs representam um grande potencial de geração de energia no Brasil, devido à procura por produção de energia limpa, que causa menor impacto ao meio ambiente. As margens inexploradas dos rios brasileiros proporcionam uma alta capacidade para esse segmento hidrelétrico. Estima-se que menos que 5% de todo o potencial do Brasil para geração de energia por meio delas estão em uso atualmente.

Segundo especialistas, o preço de operação e manutenção de um MW/hora gerado por uma Pequena Central Hidrelétrica varia de R$ 3 a R$ 5, enquanto o valor do combustível para suprir uma térmica, custa R$ 50 por MW/hora.

As vantagens mencionadas, além do custo acessível, são: menor impacto ambiental; menor prazo de implementação; facilidades oferecidas pela legislação; disponibilidade de tecnologias eficientes; necessidade apenas de autorização da ANEEL para implantação; redução, no mínimo, de 50% para as tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e distribuição; garantida participação nas vantagens técnicas e econômicas da operação interligada; isenção do pagamento da compensação financeira pelo uso dos recursos hídricos; disposição das concessionárias de comprar a energia excedente; incentivos legais.